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O que mais preocupa quem trabalha com prestação de serviços?
O que mais preocupa quem trabalha com prestação de serviços?
Fizemos uma análise dos temas que aparecem com frequência em buscas, conteúdos e discussões sobre prestação de serviços.
E encontramos algo interessante: profissionais de áreas completamente diferentes enfrentam problemas muito parecidos.
🔎 Como conseguir mais clientes?
Ser bom no que faz não garante que o cliente saiba que você existe. Encontrar novas oportunidades é uma das maiores preocupações de quem trabalha por conta própria.
📢 Como divulgar meu trabalho?
Instagram? WhatsApp? Google? Indicação? Plataformas? Muitos profissionais acabam tentando vários canais sem saber onde realmente estão seus clientes.
💰 Quanto cobrar?
Cobrar barato demais pode fazer você trabalhar muito e ganhar pouco. Cobrar acima do mercado pode afastar clientes. Encontrar o equilíbrio não é simples.
📋 Como fazer um bom orçamento?
Um orçamento não é apenas informar um preço. É mostrar ao cliente o que será feito, prazo, condições e o valor do seu trabalho.
⭐ Como construir uma boa reputação?
Avaliações, indicações e trabalhos anteriores ajudam o cliente a escolher entre profissionais que ele ainda não conhece.
📅 Como organizar clientes e serviços?
Depois que os clientes aparecem, surgem outros desafios: agenda, orçamentos, conversas, pagamentos, retornos e novos serviços.
Percebeu o padrão?
O desafio de um prestador de serviços não termina quando ele aprende a fazer bem o seu trabalho.
Ele precisa também ser encontrado, conquistar confiança, apresentar seu serviço, fechar negócios e manter seus clientes.
E talvez essa seja uma das maiores mudanças no mercado de serviços:
Não basta ser bom no que você faz. É preciso ser encontrado por quem precisa do que você faz.
Qual desses desafios mais atrapalha você hoje?
Conte nos comentários. 👇


TecWareWhodo!
Profissional ·
O Preço Oculto da Busca por Emprego: Por que subsidiar o candidato não é caridade, é estratégia de RH.
Sempre falamos muito sobre ESG e Responsabilidade Social nas corporações. Mas existe um ponto cego imenso que muitas empresas ignoram: para quem está na base da pirâmide, procurar emprego custa caro.
Para uma pessoa endividada e buscando se reinserir no mercado, o "custo de busca" concorre diretamente com o dinheiro do pão. Sindicatos e institutos já chegaram a calcular que o custo mensal da busca por emprego pode beirar os R$ 350, quando colocamos na ponta do lápis: 💸 Passagens de ônibus (ou gasolina) 📱 Pacote de internet (essencial na era digital) 📄 Impressões de currículos e fotos 🍔 Alimentação na rua durante os longos trajetos
O IBGE aponta que começamos este ano com 2,7 milhões de brasileiros na condição de "desalentados" [1.3.1]. Muitos não perdem a vontade de trabalhar, perdem os recursos para continuar procurando.
Além disso, dados da área de RH mostram um fenômeno cruel: até 40% dos candidatos de vagas operacionais desistem na reta final (fase de documentação e exames admissionais) devido à sobrecarga financeira, excesso de burocracias e deslocamentos inúteis [1.2.4]. Em plena era de lives e automação, ainda vemos empresas exigindo idas presenciais para triagens de 10 minutos.
Qual é a solução? Mudar a mentalidade. Tratar o custo de contratação como um subsídio para o candidato não é assistencialismo; é uma decisão inteligente de negócios.
✅ Zere o No-Show: Pagar ou reembolsar o transporte da entrevista presencial garante que aquele talento não falte. ✅ Processos 100% Digitais no Início: Migrar triagens para WhatsApp, dispensando o papel e a ida à fábrica na primeira fase. ✅ Employer Branding Real: Ajudar o futuro funcionário a cruzar a sua porta com dignidade cria um senso de pertencimento inabalável e reduz drasticamente o turnover.
A responsabilidade social começa na porta da própria empresa. Se o seu negócio quer talentos operacionais, remova a barreira de entrada.
O que a sua empresa tem feito para facilitar a vida de quem está tentando voltar ao mercado? 👇
#RecursosHumanos #ESG #GestãoDePessoas #Empregabilidade #Liderança #MercadoDeTrabalho
📊 Referências utilizadas para você debater nos comentários:
Dados de Desalento (IBGE, 2026): Indicam cerca de 2,7 milhões de pessoas que desistiram de procurar emprego por fatores estruturais e de custo de busca.
Custo de Busca (FETRACONSPAR): O custo da procura (transporte, dados de internet, alimentação, documentos) pode chegar até R$ 350/mês para o candidato [1.1.1].
Taxa de Desistência em Burocracia: Dados da consultoria RH Nossa indicam que até 40% dos candidatos desistem da vaga no momento final de exames e entregas de documentação [1.2.4].
https://www.linkedin.com/pulse/o-pre%C3%A7o-oculto-da-busca-por-emprego-que-subsidiar-candidato-ramos-kjrjf/


TecWareWhodo!
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A Reforma Tributária que ninguém está contando!
https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:7491229567165304833/
O governo vende a reforma como simplificação. Mas, para o empreendedor de verdade, a história é bem diferente.
2026 é ano de “teste” — alíquota simbólica de 1% (0,9% CBS + 0,1% IBS). Só que a alíquota definitiva do novo IVA brasileiro continua indefinida.
Coincidentemente, ficou para depois das eleições. Ninguém quer levar um impacto fiscal desses para a urna.
Enquanto isso, veja o cenário que está se desenhando:
🚨 CNPJ Técnico: O autônomo agora precisa de um CNPJ (mesmo sendo pessoa física) para emitir nota e pagar CBS/IBS. O governo adiou para 2027, mas a obrigação vem. Não é abrir empresa — é virar “quase empresa” para o Fisco. Burocracia a mais, não a menos.
🚨 Marketplaces (Mercado Livre, Airbnb, Uber etc.): Virarão fiscais da Receita. Serão obrigados a reportar cada transação. Adeus à informalidade do pequeno prestador de serviço que vive de plataforma.
🚨 Split Payment: O imposto será debitado na hora da compra, antes mesmo de o dinheiro cair na sua conta. Fluxo de caixa? Isso é problema seu. O governo quer o dinheiro primeiro.
🚨 CIB (Cadastro Imobiliário Brasileiro): O famoso “CPF do imóvel”. Imóvel emprestado para filho ou parente? A Receita vai presumir o valor de mercado do aluguel e cobrar imposto em cima. Seu afeto agora tem preço.
🚨 Tributação de dividendos: O lucro já foi tributado na empresa. Tributar de novo na mão do sócio é bitributação pura. Mas o governo insiste em chamar isso de “justiça fiscal”.
E o IBS e a CBS? As alíquotas finais estão nas mãos do Congresso — depois das eleições. E ninguém acredita que vão ser baixas.
Não estou aqui para defender governo ou oposição. Estou aqui para defender o contribuinte — o único que realmente paga a conta.
O pequeno empreendedor, o autônomo, o motorista de aplicativo, o dono de um imóvel: todos vão sentir o peso dessa nova estrutura.
A pergunta que fica: isso é simplificação ou é ampliação do controle sobre a sua vida?
Faz sentido para você?
♻️ Reposte para alertar outros empreendedores e deixe sua opinião nos comentários.
Referências:
📌 Lei Complementar nº 214/2025 — institui IBS, CBS e cria o CIB
📌 Decreto nº 12.955/2026 — regulamenta a CBS e o CIB
📌 Decreto nº 13.075/2026 — prorroga CNPJ técnico para 2027
📌 Comitê Gestor do IBS — alíquota-teste de 1% a partir de 03/08/2026
📌 Receita Federal — CIB integra o SINTER
📌 Portais: www.gov.br/receitafederal, www.cgibs.gov.br, www.planalto.gov.br


Vinicius Ribeiro Ramos
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